Crise Mundial: Colapso dos EUA pode começar em Novembro/09
Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Terça-feira,1 de setembro, 2009
Escritor apocalíptico diz que Obama não está fazendo nada para impedir a desintegração.
O Professor russo Igor Panarin diz que os eventos continuam confirmando sua apocalíptica previsão feita pela primeira vez a 10 anos atrás, de que os Estados Unidos desmoronarão completamente como a União Soviética, antes do final de 2010, e avisa que o caos pode começar a manifestar-se em pouco menos de dois meses.
Panarin, doutor em Ciências Políticas e professor da Academia Diplomática do Ministério Russo das Relações Exteriores, disse aos jornalistas durante a divulgação de seu novo livro ontem, que o presidente Obama não tem feito nada para evitar a crise que se aproxima, e que isto poderia começar a manifestar-se devidamente em Novembro.
“Obama é “o presidente da esperança”, mas em um ano não haverá qualquer esperança”, disse Panarin. “Ele é praticamente um outro Gorbachev – ele gosta de falar, mas na verdade não conseguiu fazer nada. Gorbachev, pelo menos, foi um secretário da administração regional do Partido Comunista, enquanto que Obama foi apenas um assistente social. Sua mentalidade é totalmente diferente. Ele é uma pessoa agradável e fala muito bem – mas ele não é um líder e levará a América a ruína. Quando os americanos perceberem isso – será como a explosão de uma bomba.”
Desde 1998, Panarin tem avisado sobre uma futura desintegração dos Estados Unidos e o colapso do dólar.A recente vitória eleitoral do Partido Democrata do Japão é outro sinal de que o colapso econômico dos EUA é iminente, de acordo com Panarin.
“Hoje eu recebi uma outra confirmação de que o colapso do dólar e dos EUA é inevitável. O Partido Democrático do Japão ganhou a eleição, e eu gostaria de lembrá-los que seu líder [Yukio Hatoyama] tem o abandono do dólar entre seus planos econômicos. Em simples palavras, ele planeja transferir as reservas monetárias do Japão de dólares americanos para outra moeda.A mudança vai acelerar gravemente a queda cambial do dólar, já em novembro. Desintegração seguirá em breve “, disse ele, acrescentando que no próximo ano a China iria também começar um despejo de dólares em massa, e que a Rússia iria começar a negociar petróleo e gás em rublos.
Panarin afirmou anteriormente que o dólar acabaria por ser substituído pela “comunitária moeda Amero como uma nova unidade monetária”, referindo-se ao acordo de Parceria em Segurança e Prosperidade entre os EUA, Canadá e México.
Ele prevê os EUA fragmentando-se em seis partes diferentes, mais ou menos nos mesmos moldes similares aos de 1865 durante a Guerra Civil, “A costa do Pacífico, com sua crescente população chinesa; o Sul, com a sua de latinos; Texas, onde os movimentos de independência estão em ascensão; a costa do Atlântico, com sua mentalidade independente e diferente, cinco dos mais pobres estados centrais, com suas grandes populações nativas americanas; e os estados do norte, onde é forte a influência do Canadá”, segundo Panarin.

A longo prazo, Panarin profetiza que os estados separatistas eventualmente terão o controle assumido por União Europeia, Canadá, China, México, Japão e Rússia e a América deixará de existir completamente, como retratado na ilustração acima.
Panarin culpa pelo colapso uma “elite política que implementa uma política agressiva e absurda que visa a criação de conflitos em todo o planeta” e avisa que o aumento nas vendas de armas de fogo nos EUA são um sinal de que as pessoas estão se preparando para o ”caos” como consequência de um colapso financeiro total.
“Na minha opinião, a probabilidade dos EUA deixarem de existir até Junho de 2010, excede os 50%.Neste ponto, a missão de todas as grandes potências internacionais é impedir o caos nos EUA,” concluiu Panarin.
Fonte: Prison Planet.com
Tradução e Publicação original: Planeta Prisão
Leia também: Novo filme de Alex Jones: “A Queda da República: A Presidência de Barack Obama”
A crise econômica mundial ameaça a segurança dos EUA
A crise econômica mundial constitui a principal preocupação dos Estados Unidos a curto prazo em termos de segurança, declarou nesta quinta-feira o diretor da Inteligência americana, Dennis Blair, ao apresentar seu relatório anual ante o Congresso.
“A principal preocupação a curto prazo dos Estados Unidos é a crise econômica mundial. Esta provavelmente é a maior ameaça que pesa sobre nós. Quanto mais demorar a reativação (da economia), maior será o risco de graves danos aos interesses estratégicos americanos”, afirmou.
Seu relatório, que aborda várias questões pertinentes à questão da inteligência americana e foi apresentado ao comitê de Segurança do Senado, diz que a Al-Qaeda, enquanto grupo terrorista, está “menos capaz e eficiente” do que há a um ano.
“Em razão da pressão que nós e nossos aliados exercemos sobre a direção da Al-Qaeda no Paquistão e do declínio contínuo da facção mais importante da Al-Qaeda na região, no Iraque, a Al-Qaeda é hoje menos atuante e eficiente do que há um ano”.
“Apesar disso, a Al-Qaeda, suas facções e seus aliados continuam sendo inimigos perigosos e acreditamos que continua a planejar atentados na Europa e no Ocidente”, advertiu.
Em relação ao Irã, o chefe da Inteligência admitiu não saber se o o país atualmente desenvolve armas nucleares, mas garantiu que “Teerã mantém essa opção sobre a mesa”.
No que diz respeito a outra preocupação em termos nucleares, a Coréia do Norte, Blair afirma que Pyongyang não pretende usar seu arsenal nuclear a menos que o regime de Kim Jong-Il sinta que sua sobrevivência está em risco.
Blair informou ainda que a Coréia do Norte vendeu mísseis balísticos para o Irã e outros países do Oriente Médio, e ajudou a Síria a construir um reator nuclear.
“As ambições nucleares de Pyongyang e sua conduta de proliferação ameaçam desestabilizar a Ásia Oriental”, enfatizou.
“Provavelmente Pyongyang vê suas armas nucleares mais como uma forma de dissuasão, prestígio internacional e de diplomacia coativa que para enfrentamentos bélicos e contemplaria usá-las sob certas circunstâncias extremas”.
A respeito das especulações sobre a saúde de Kim, informou que líder norte-coreano “provavelmente sofreu um derrame em agosto que o incapcitou por várias semanas e o impede de administrar ativamente como antes”.
“Contudo, suas atividades públicas recentes sugerem que a saúde dele melhorou significativamente”, acrescentou.
O general reformado também afirmou que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, continuará oferecendo refúgio à guerrilha colombiana das Farc, com as quais mantém ligacões de longa data.
“Chávez provavelmente manterá suas ligações de várias décadas com as Farc ao proporcionar-lhe refúgios devido a sua afinidade ideológica com o grupo e seu interesse em influenciar a política colombiana”, denunciou Dennis Blair.
O diretor nacional de Inteligência indicou ainda que o conhecimento público de documentos que mostravam os nexos do presidente venezuelano com as Farc encontrados no computador de um ex-chefe guerrilheiro morto num ataque em março do ano pasado “forçaram Chávez, ao menos retoricamente, a melhorar as relações com Bogotá”.
Funcionários americanos denunciaram no passado que as Forças Revolucionárias Armadas da Colômbia (Farc) mantêm refúgios em território venezuelano, o que é negado taxativamente por Caracas.
Além disso, o governo Chávez serve de ponte para o Irã melhorar suas relações diplomáticas e comerciais com países latino-americanos.
“A relação pessoal entre o presidente do Irã, (Mahmud) Ahmadinejad, e Chávez conduziu a relações econômicas e militares bilaterais mais fortes, apesar de os dois países ainda estarem lutando para superar os obstáculos burocráticos e lingüísticos para implementar acordos”.
A organização libanesa Hezbolah, considerada “terrorista” por Washington, explora a crescente ligação de Chávez com Teerã, os frágeis controles financeiros e de frontei da Venezuela e a corrupção generalizada nesse país.
O informe de Blair acrescenta que o Hezbollah “mantém presença na Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai, uma região notória pelo tráfico de drogas e armas”.
Fonte: G1
Paquistão está pronto para reagir a qualquer agressão
Reuters
Por Zeeshan Haider
ISLAMABAD (Reuters) – O Paquistão não irá agir primeiro em um eventual confronto com a Índia mas está preparado para se defender de uma agressão, afirmou o primeiro-ministro, neste sábado.
As relações entre os países rivais equipados de armas nucleares têm se deteriorado fortemente depois que a Índia culpou militantes islâmicos do Paquistão pelos ataques do último mês a Mumbai que mataram 179 pessoas.
Em um sinal de tensão crescente, o Paquistão cancelou a retirada do Exército e enviou algumas tropas da fronteira oeste com o Afeganistão para a fronteira leste com a Índia.
Isso deve causar alarme nos Estados Unidos que não querem ver o Paquistão distraído de seu combate contra militantes da Al Qaeda e do Taliban junto à fronteira afegã.
Os Estados Unidos pediram que os dois lados não aumentem as tensões. A China e o Irã também tentaram acalmar ambas as partes.
Gilani afirmou que o Paquistão não quer uma guerra mas que está pronta para uma.
“Nossos amigos estão tentando fazer o melhor possível para convencer a Índia e então evitar uma agressão… para evitar qualquer tipo de infortúnio”, afirmou ele a diplomatas muçulmanos em uma cerimônia para marcar o aniversário de morte da ex-primeira ministra Benazir Bhutto.
“Mas ao mesmo tempo, as nossas forças são altamente profissionais. Elas estão completamente preparadas, mas ao mesmo tempo lhes garanto, mais uma vez, que nós não iremos agir. Nós iremos apenas reagir”, afirmou Gilani.
Índia, Estados Unidos e Grã-Bretanha têm culpado pelos ataques a Mumbai o grupo islâmico paquistanês Lashkar-e-Taiba, criado para lutar contra as autoridades indianas nas região da Caxemira.
O Paquistão condenou os ataques e negou qualquer participação estatal, culpando “agentes não governamentais”. O país se ofereceu para cooperar com a Índia mas nega as afirmações indianas de que existiriam fortes evidências da ligação com militantes no Paquistão.
Rússia ampliará em 4 vezes arsenal de mísseis nucleares
Com plano, Moscou planeja aumentar poder de barganha e desafiar futuro governo ObamaTom Parfitt e Julian Borger
Especialistas em assuntos militares disseram que o novo arsenal consistiria presumivelmente de mísseis balísticos intercontinentais com base terrestre (ICBMs), em vez de mísseis lançados de submarinos. Se isso se confirmar, os planos representam um aumento de quatro vezes na taxa de posicionamento desses mísseis intercontinentais. O arsenal incluirá um míssil de ogivas múltiplas de nova geração RS-24. Ele foi testado pela primeira vez em 2007, quando o vice-primeiro-ministro Serguei Ivanov alardeou que ele era “capaz de vencer qualquer sistema de defesa de mísseis existente ou futuro”.
Os novos mísseis farão parte de um pacote de Defesa de US$ 140 bilhões para o período de 2009 a 2011, um aumento de 28% em gastos com armamentos, segundo Putilin. Também estão previstos novos aumentos nos dois anos seguintes.
As novas aquisições militares ocorrem na esteira da guerra na Geórgia, em agosto. A Rússia expulsou facilmente as tropas georgianas, mas o conflito expôs fraquezas no Exército do país, incluindo equipamentos obsoletos e estruturas de comando mal coordenadas. O Ministério da Defesa declarou que faria reformas drásticas, transformando o Exército numa força mais moderna.
Na segunda-feira, o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, instou membros do gabinete a alocar rapidamente fundos para novas armas e controlar de perto a qualidade e o ritmo de sua produção. Especialistas militares disseram que a construção de 70 mísseis nucleares de longo alcance nos próximos três anos representa uma tentativa russa de fortalecer sua posição de barganha com Washington nas negociações sobre novas reduções de armas nucleares quando o tratado em vigor, Start I, expirar em dezembro do próximo ano.
A estratégia de Moscou parece ser desafiar a nova administração de Obama assim que ele assumir o poder, no dia 20. Quando Obama foi eleito, o presidente russo, Dmitri Medvedev, anunciou planos para posicionar mísseis Iskander de curto alcance no enclave de Kalinigrado da Rússia para se contrapor à instalação de um sistema de defesa antimísseis americano na Europa oriental.
O especialista em questões de desarmamento Ruben Sergeev disse que Moscou temia ficar atrás em uma nova corrida armamentista. “A Rússia está desmobilizando antigos mísseis da era soviética numa velocidade de várias dezenas por ano”, disse ele. “O Kremlin sabe que, se não aumentar rapidamente a produção de mísseis intercontinentais, não terá chance de conseguir um novo tratado de redução de armas com os EUA, que possuem uma quantidade muito maior de mísseis.” A decisão por um sucessor do Start I está paralisada por impasses nas negociações e pela situação de fim de mandato do governo Bush.
O principal negociador dos EUA, John Rood, disse na semana passada que o mais recente ponto de entrave foi a insistência russa de que o novo tratado cobrisse sistemas de longo alcance, como bombardeiros e mísseis, designados para armas convencionais e para ogivas nucleares.
Moscou também indicou que forneceria ao Irã novos mísseis de defesa terra-ar em desafio à oposição americana. Washington pediu mais informações sobre as vendas, temendo que as armas que estão sendo vendidas incluam mísseis S-300, que têm alcance de 120 quilômetros. Eles poderiam ameaçar aviões americanos no Iraque e também proteger sítios nucleares iranianos de ataques aéreos.
Os EUA deixaram de lado seus planos para uma ação militar contra o Irã, por enquanto, mas as autoridades americanas esperavam que o temor de um ataque israelense tornasse Teerã mais propensa a suspender seu enriquecimento de urânio.
5 comentários